Doenças

Cobre

A base do controlo do míldio em biológico — a gerir com precisão.

O cobre é o pilar da proteção contra o míldio em viticultura biológica. Atua por contacto, protegendo apenas a superfície tratada, pelo que exige boa cobertura, renovação após a chuva e aplicação preventiva.

O grande constrangimento é regulamentar e ambiental: a UE limita o cobre a 28 kg/ha em 7 anos. Gerir bem significa usar a dose mínima eficaz, apoiar a decisão em modelos de risco e somar rigorosamente cada aplicação para nunca ultrapassar o teto.

Esforço

Médio — várias aplicações ao longo da primavera húmida.

Custo

Baixo a médio por aplicação; o custo real é o teto de cobre.

Tempo até resultado

Imediato na proteção; o balanço de cobre gere-se a 7 anos.

Contra o que atua

Eficácia por problema — clique para o detalhe e as métricas.

Como funciona

Os iões de cobre inibem a germinação dos esporos de míldio à superfície da folha; como não é sistémico, só protege o tecido coberto no momento da infeção.

Como aplicar

  1. 1Tratar preventivamente antes dos períodos de infeção previstos.
  2. 2Usar a dose mínima eficaz e boa tecnologia de aplicação.
  3. 3Renovar após chuva significativa ou forte crescimento.
  4. 4Registar cada aplicação e acompanhar a média de 7 anos.

O que medir

Cobre metálico por aplicação (kg/ha)Média móvel de 7 anosPeríodos de infeção cobertos

Perguntas frequentes

Qual é o limite de cobre em modo biológico?

Na UE, 28 kg de cobre metálico por hectare ao longo de 7 anos (média de 4 kg/ha/ano). Cada aplicação tem de ser somada nessa janela móvel.

Como reduzir o cobre sem perder a vinha?

Tratando com base em modelos de risco em vez de calendário, com a dose mínima eficaz, boa cobertura e formulações mais eficientes — e registando tudo para otimizar campanha a campanha.

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