DoençasControlo da botrytis

Cobre contra controlo da botrytis

A eficácia, medida

58 /100

Horizonte: 1 campanha

Porque funciona

O cobre tem um efeito secundário de endurecimento da película e ação sobre a flora do cacho, contribuindo modestamente contra a botrytis.

O que medir nesta combinação

Incidência de podridãoIntegridade da película

Porque este problema importa

A botrytis (Botrytis cinerea) instala-se em cachos compactos, feridas e microclima húmido, sobretudo perto da vindima. Em biológico não há curativos sistémicos: a defesa é essencialmente preventiva.

A prioridade é reduzir o risco — arejar a zona dos cachos, evitar excesso de vigor e proteger a integridade da película — e reforçar com agentes de biocontrolo. Decidir com base na compacidade e no clima evita tratamentos inúteis.

Indicadores do problema

Incidência de podridão à vindima (%)Compacidade do cachoAplicações de biocontrolo

Certificação & regras: Crítico para a sanidade da uva e evitar desvios organoléticos no vinho.

Como aplicar o meio

  1. 1Tratar preventivamente antes dos períodos de infeção previstos.
  2. 2Usar a dose mínima eficaz e boa tecnologia de aplicação.
  3. 3Renovar após chuva significativa ou forte crescimento.
  4. 4Registar cada aplicação e acompanhar a média de 7 anos.

Perguntas frequentes

Qual é o limite de cobre em modo biológico?

Na UE, 28 kg de cobre metálico por hectare ao longo de 7 anos (média de 4 kg/ha/ano). Cada aplicação tem de ser somada nessa janela móvel.

Como reduzir o cobre sem perder a vinha?

Tratando com base em modelos de risco em vez de calendário, com a dose mínima eficaz, boa cobertura e formulações mais eficientes — e registando tudo para otimizar campanha a campanha.

O mesmo meio, outros problemas

O mesmo problema, outros meiosBotrytis

Leitura relacionada →Cobre na viticultura biológica: os limites, as contas e como ficar abaixo deles

Como o GrapeFlow ajuda

A prova que a certificação biológica exige — registada por parcela e por data.

Balanço de cobre (média de 7 anos)

Cada aplicação de cobre somada automaticamente na média móvel de 7 anos, por parcela — o controlo direto do limite europeu de 28 kg/ha que a certificação audita.

Modelos de risco de míldio e oídio

Risco de doença por parcela a partir da meteorologia local, para tratar no momento certo e gastar menos cobre e enxofre.

Registo fitossanitário com insumos autorizados

Cada tratamento registado com produto, dose e substância ativa, sinalizando o que é permitido em modo biológico — o histórico pronto para auditoria.